:: Sobre a Empresa
História
Relatos de Clientes
Suporte Pós Venda
Reviews
Escolas e Faculdades
Show Rooms [ Test Fly ]
Como comprar
Fale Conosco
Página Inicial
:: Semi-Profissionais
GS Yoke 737 USB
GS Throttle SE USB
GS Throttle PM USB
GS Pedal Classic PLUS USB
GS Coletivo USB
:: Kits Semi-Profissionais
Yoke + Throttle PM
Yoke + Throttle SE
Yoke + Pedal
Pedal + Throttle PM
Pedal + Throttle SE
Kit Heli 1 Helicópteros
Kit SIM 2 Mono e Bi/Turbo
Kit SIM 3 Jatos/Boeings
:: Acessórios
GS Moldes e Alavancas
GS Check List
:: Diversos
Home Cockpits
Promoção
Lançamento
Eventos e Notícias
Parceiros
:: Forma de Envio

:: Campus Party: Oficial

:: GS na Rede

REVIEWS: Kit 737ng 4:  PAULO MARCELO SOARES

Responsável pelo Review:

Paulo Marcelo Soares é piloto de linha aérea e usuário do Flight Simulator desde a versão 4.0. Possui cerca de 8000 horas de vôo reais em aeronaves a jato, já tendo voado Fokker F-100, Airbus A-319/320/321 e A-330.

Sendo um usuário do Flight Simulator já desde as suas primeiras versões, tenho procurado pelo melhor controle de vôo do tipo yoke. Na minha opinião o melhor de todos nesta época  foi o G-Force da Suncom , fabricado a partir de meados da década de 90. Foi o primeiro (e por muito tempo o único) único modelo de yoke com o movimento de pitch feito por pivotamento, tal como nas aeronaves de grande porte.


Cmte. Paulo Marcelo Soares

Isso confere ao yoke um grau de precisão maior nos movimentos de pitch, que são extremamente sensíveis nas aeronaves do Flight Simulator. Isso acontece pelo fato de que o movimento do usuário no eixo de pitch é “traduzido” por meio de potenciômetros e enviado para o Flight Simulator.

Estes potenciômetros tem um curso relativamente pequeno. Nos modelos de YOKE convencionais (aqueles em que o manche fica em um console e “entra” no painel nos movimentos de pitch), o deslocamento do manche gera um movimento quase que linear do potenciômetro. Já nos yokes tipo “coluna” um mesmo  deslocamento   do manche gera um menor movimento do potenciômetro, permitindo um controle muito mais preciso. Após o fechamento da Suncom por volta de 2004 não havia mais nenhum yoke do tipo “coluna” no mercado. Por conta disto, foi com muita satisfação que eu recebi o convite da GS Produtos para avaliar o seu novo
GS Yoke 737 Coluna USB.

:: INSTALAÇÃO:

Após o contato com o pessoal da GS Produtos, recebi em minha casa o conjunto contendo os seguintes produtos: GS Throttle SE USB, GS Pedal Classic USB e GS Yoke 737 Coluna USB


ilustração do Kit 737ng 4

Todos vieram acondicionados em caixas de papelão e envoltos em plástico bolha, para maior segurança no transporte. Após desembrulhar o conjunto, temos os seguintes componentes: Os pedais, a coluna de comando, uma base em madeira para o apoio da coluna de comando/pedais e o conjunto das manetes de potência. A coluna de comando é fixada à base através de fitas adesivas de dupla face e os pedais ficam em sua posição através de quatro ventosas. Após a montagem,o conjunto apresentou solidez e o único ponto que eu tenho a questionar é quanto ao uso da fita adesiva para fixar a coluna a base.

No caso de precisarmos remover o conjunto, uma segunda instalação ficaria mais difícil. Fica a sugestão para se usar um outro sistema que permita uma eventual desmontagem do conjunto, talvez usando parafusos. Outra observação a ser feita é que o usuário precisa ter pelo menos uma porta USB livre para cada dispositivo que vai conectar. No caso deste review seriam necessárias três portas USB. Usei um mini-hub USB para tal tarefa.

Após calibrar os dispositivos, está na hora de configurar os “assignments” dentro do
Flight Simulator para que ele reconheça as ações como comandos. O processo também é relativamente simples e está bem explicado nos manuais. Cabe ressaltar que o usuário pode modificar alguns dos assignments de acordo com sua preferência pessoal.
:: EQUIPAMENTOS:

A coluna de comando fica a uma altura de aproximadamente 80 cm em relação ao assoalho, e para a maioria das cadeiras que encontramos, a posição de pilotagem fica confortável,  no entanto, o usuário precisa manter uma distância de pelo menos 6 cm entre a coluna de comando e a cadeira, e de pelo menos 14 cm entre a coluna e a mesa onda está o teclado para poder ter curso total de comandos, como mostra a figura .


distância referente às instalações

Com este arranjo, a distância entre o usuário e o teclado ficou em aproximadamente 65 cm, o que permite a maioria dos usuários alcançar todas as teclas sem maior esforço. Claro que de acordo com o móvel usado pelo usuário, estas distâncias podem acabar variando.


ilustração do modelo GS Yoke 737 Coluna

O manche em si possui um excelente acabamento, com um trim switch no lado esquerdo e um controle de visão do tipo “hat switch” do lado direito. Possui ainda dois outros botões programáveis. Aqui fica muito ao gosto de cada usuário. O hat switch é espetacular para mover a visão quando usando o Virtual Cockpit. Eu nunca fui um fã do VC[virtual cockpit] pois ele só tem viabilidade de uso com um dispositivo como este.

E o problema é que após virar para o lado, você tinha que centralizar novamente o ponto de vista para continuar vendo o painel. Eu programei o botão interno da direita para centralizar a visão e com isso o uso do virtual cockpit ficou extremamente prático. Deu uma outra dimensão para o vôo visual no FS2004 e muito mais facilidade na execução de um tráfego visual, especialmente com aeronaves de maior performance. Do lado esquerdo temos o “trim switch” e um outro botão programável. Possui uma boa empunhadura e o acesso a qualquer um dos botões é feito com facilidade.


ilustração do painel virtual
[DC-3 Default] utilizando o "Hat Switch"

Seu formato reproduz com bastante precisão um manche de aeronave da linha Boeing 737, embora segundo alguns amigos meus que voam o equipamento, seu tamanho seja um pouco menor do que o modelo real. O seu curso no eixo de rolamento é um pouco menor do que o da aeronave real (que chega a girar 90º). Achei o sistema de molas que o mantém centralizado no eixo de rolamento um pouco suave, e às vezes o manche não fica 100% centralizado. Senti falta de um chart holder no manche para podermos prender os procedimentos a ser executados. Há um opcional que inclui o checklist.

"acima ilustração do painel virtual [B-727 Dream Fleet] utilizando o "Hat Switch" na famosa aproximação para a pista 13 de Hong Kong - Kai Tak Veja que é possível manter o enquadramento da pista e ainda assim monitorar os instrumentos

Os pedais são feitos também em material bem robusto. Apresentam um curso naturalmente menor do que os pedais encontrados em uma aeronave real, mas suficiente para ter uma boa sensibilidade. A força que se deve fazer para aciona-los é bem semelhante ao que encontraríamos em uma aeronave real. Possuem freios individuais em cada pedal, o que ajuda em muito o táxi de algumas aeronaves. Caso ambos sejam pressionados ao mesmo tempo, o efeito de frenagem é o mesmo que se a tecla “brakes” fosse acionada, garantindo uma frenagem constante e sem assimetria direcional.
 


ilustração do modelo GS Pedal Classic


ilustração do modelo GS Throttle SE

O pedestal de manetes possui duas manetes de potência, comandos para speedbrakes, flaps, comando do trem de pouso e um comando adicional para o pitch trim. Como na maioria das vezes o usuário vai usar o pitch trim do manche, ele pode usar este botão para outra função no pedestal de manetes.
 

A grande facilidade neste conjunto é que todos os comandos são programáveis. Isso faz com que o usuário possa usar em uma aeronave a pistão, o comando de speedbrake como manete de passo de hélice, por exemplo. As manetes de potência tem um curso de cerca de 45º. Achei a ergonomia das manetes boa, tendo como ressalva apenas o fato de que não há um ajuste de fricção, o que faz com que um pequeno esbarrão possa alterar a potência.

Para quem voa aeronaves a jato, há a possibilidade de se acionar os reversores de empuxo de ambos os motores puxando uma das manetes mais para trás da posição idle e mantendo-a nesta posição, para dosar a quantidade de potência reversa necessária. Foi uma boa idéia, pois elimina os acionamentos involuntários de reverso quando estamos taxiando. Para tirar do modo reverso, é necessário avançar a respectiva manete  do motor para a frente. Se avançarmos apenas uma manete, apenas o motor correspondente sai de reverso. Através do FSUIPC é possível fazer com que a manete esquerda comande os motores 1 e 2 e a manete direita comande os motores 3 e 4, o que permite que o usuário voe uma aeronave de 3 ou 4 motores e ainda retenha algum comando individual sobre os motores da esquerda e da direita. O speedbrake possui uma posição “ARM” para a sua auto-ativação ao tocar o solo em um pouso. A alavanca dos flaps não possui detents intermediários entre as posições Up e FULL. Cada aeronave possui seu número particular de posições de flap e o usuário vai ter que ir baixando a alavanca até encontrar a posição apropriada. Isso pode ser um pouco complicado numa aproximação final, em uma aeronave com várias posições de flap como por exemplo, o Boeing 737. Fica a minha sugestão para em uma nova versão se instalarem, por exemplo, 8 ou 9 detents que corresponderiam as posições de flap mais comuns para praticamente todas as aeronaves existentes.

× CONTINUAR...

:: Suporte ON-LINE MSN

:: Minhas Compras

:: Show Rooms [Test Fly]

O valor do frete não está incluso nos valores dos produtos. Frete a calcular

Todos os produtos estão sujeitos a alteração de preço sem aviso prévio e  disponibilidade de estoque